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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

A ESPERA DA MORTE

A ESPERA DA MORTE

Aqui estou,

odiado ou amado,

ocupando meu espaço,

limitado e fechado.

Vivo,

pelo menos,

sem correria e cansaço.

Não assisto as tragédias

que acontecem no mudo lá fora.

Não corro

ao encontro da morte.

Espero-a,

mesmo às três horas,

em meu banho de sol.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

O FILHO QUE EU QUERO TER

sábado, 29 de janeiro de 2011

MEU PAI






De: Luis Gustavo de Lucena




O PRIMEIRO VERSO É SEU, MEU PAI!





PAI!

Tua bondade que me humaniza;
tua alegria que me dá ânimo;
tuas lágrimas,
muitas vezes
derramadas,
para me fazer sorrir;
teu coração
palpitando forte
no teu peito,
quando me abraças,
como só um pai
sabe abraçar;
tua ternura
tua fé,
teu nome;
tua maneira de amar;
tudo,
tudo,
tudo o que vem de tí,
meu velho,
me leva a seguir teu exemplo,
e me faz homem.